A equipa satélite do Chaves é uma das surpresas da prova, pela participação, e por estar já na 3ª eliminatória da Taça de Portugal, mas não quer ficar por aqui, e pretende ultrapassar o Silves na deslocação à equipa algarvia.

O Silves milita na distrital da AF Algarve, e a formação do sul do país já eliminou o Olhanense, fora, e o Paredes, em casa, ambas do Campeonato de Portugal, o que deixa os flavienses em alerta.

A formação orientada por Carlos Guerra parte sábado desde Trás-os-Montes rumo ao Algarve com a esperança na bagagem para ultrapassar o adversário e continuar a mostrar o valor da equipa secundária do Desportivo de Chaves, depois de já ter eliminado o Vinhais, da AF Bragança, e o Gil Vicente, do CP.

3 perguntas a Carlos Guerra, treinador do Chaves Satélite:  “Passar para depois ter um grande no caminho”

m época de estreia, o objetivo é continuar a fazer história?
Carlos Guerra: É o grande objetivo, como já tinha dito, queríamos que nos saísse uma equipa grande no sorteio ou então uma que estivesse ao nosso alcance, o que foi o que nos aconteceu. Vamos defrontar uma equipa de uma divisão inferior, mas Taça é Taça e há sempre surpresas, por isso não será um jogo fácil. Temos alguns dados sobre o adversário, estamos a analisar, e vamos procurar dar aos jogadores o máximo de informação possível. Queremos seguir em frente para depois ter um grande no caminho.

A equipa está preparada?
Nota-se uma grande euforia, e até uma grande ansiedade pelo jogo da Taça e esquecemos um pouco o jogo do Montalegre, pois não fizemos uma boa exibição. Sem servir de desculpas, foi a realidade. Sabemos que podemos ir o mais longo possível, e sabemos que é uma montra de forma a mostrar que estes miúdos têm condições para estar em outros patamares. Esta equipa tem feito uma excelente época, já é vista de outra forma e o objetivo é formar jogadores para poderem dar o seu contributo na equipa principal. É isso que queremos fazer, continuar a trabalhar para que isso aconteça.

A viagem longa pode ser um entrave?
Eu já disse aos meus jogadores, que com esta viagem entramos em campo a perder por 2-0. É verdade que a estrutura está a proporcionar boas condições, vamos sair sábado de manhã, para que o desgaste não seja muito, mas será sempre uma viagem de muitas horas. Isto não serve de argumento, pois devemos estar concentrados no que é essencial, não vamos treinar sábado para domingo estar em pleno e fazer bom resultado e mostrar que em Chaves há miúdos com valor para outros patamares.

DC

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