O Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro (CHTMAD) assegurou, desde maio, 42 260 consultas, efetuou 8225 sessões no Hospital de Dia e realizou 1262 cirurgias.

Após um período em que a atividade clínica esteve limitada ao que era prioritário, seguindo as orientações emanadas pela Direção-Geral da Saúde, o CHTMAD retomou a atividade assistencial de forma progressiva. Das 42 260 consultas, 11 330 foram realizadas de forma não presencial, evitando assim a deslocação dos utentes às unidades hospitalares. No que diz respeito ao número total de cirurgias realizadas no CHTMAD, 439 foram efetuadas em regime de ambulatório. O centro hospitalar realizou ainda 610 966 sessões através dos meios complementares de diagnóstico e terapêutica.

Os dados foram avançados esta terça-feira, dia 30 de junho, pela administração do CHTMAD, que revela ainda que na atividade de ambulatório é sempre privilegiada a modalidade da teleconsulta, sendo que esta tem de ser agendada e fica sujeita às listas de espera.  

O centro hospitalar adianta também que “houve também a necessidade de adaptar os horários das consultas, tendo sido revistos os tempos definidos para primeiras consultas e para consultas subsequentes”. Nas salas de espera alguns lugares sentados foram suprimidos de forma a garantir a distância de segurança entre utentes e, a par disso, foi reforçado o número de bancos no exterior dos edifícios, permitindo assim evitar o excesso de pessoas no interior das unidades hospitalares.

Relativamente à atividade cirúrgica, que até ao período da retoma foi reservada aos doentes com indicação clínica prioritária e muito prioritária, o CHTMAD está a programar as cirurgias de forma a, gradualmente, retomar a normalidade. Segundo o comunicado, estão em curso programas de produção cirúrgica, que preveem tempos cirúrgicos adicionais, tendo como objetivo a recuperação de listas de espera, designadamente nas especialidades de Cirurgia Geral, Ortopedia, Oftalmologia e Urologia.    

De forma a garantir a segurança e proteção dos utentes e profissionais, mantêm-se os circuitos próprios para doentes covid-19, bem como a realização de inquéritos epidemiológicos, medição de temperatura corporal, desinfeção das mãos e utilização generalizada de máscara à entrada do utente nas instalações hospitalares. Também para a cirurgia foram definidos circuitos de acordo com o plano de contingência do CHTMAD, com a atribuição de uma sala operatória dedicada a cirurgias urgentes a doentes com infeção por SARS-CoV-2.

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