A floresta é um dos principais ativos do território do Alto Tâmega. É com este princípio que está em implementação o programa de apoio ao reforço da competitividade das pequenas e médias empresas do setor florestal do Alto Tâmega.

Este projeto, com aprovação intermunicipal e pelo Norte 2020, inclui um conjunto de ações para aumentar o reconhecimento do setor no país e a nível internacional.

Enquanto anfitrião, o presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar, Alberto Machado, procedeu à abertura do seminário final, esta quinta-feira, 21 de fevereiro, relevando as medidas implementadas para a valorização da floresta.

Nuno Vaz, presidente da Câmara de Chaves e a presidir à Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT), relevou o papel dos agentes florestais para fazer mais e melhor no território.

Neste seminário da CIMAT e Associação de Municípios do Alto Tâmega (Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar) foi também enaltecido o conhecimento que a Associação de Desenvolvimento da Região do Alto Tâmega (ADRAT) tem do setor florestal.

Diagnóstico do setor da floresta, identificação de iniciativas bem-sucedidas para replicar no território, manuais de suporte de certificação da cadeia de responsabilidade e da gestão florestal sustentável e com seminários de divulgação, unir os agentes económicos e comunicação do projeto são as atividades do programa que apoia ações coletivas da floresta do Alto Tâmega.

loading...
Share.

Deixe Comentário