O Partido Socialista de Chaves escolheu Nuno Vaz como candidato à Camara Municipal de Chaves para as próximas eleições autárquicas. Na sequência de um conjunto de entrevistas que o jornal “A Voz de Chaves” pretende fazer aos candidatos à Câmara Municipal de Chaves, surge esta entrevista a Nuno Vaz, onde o candidato pelo Partido Socialista apresenta os motivos e objetivos da sua candidatura.

A Voz de Chaves: Começaríamos por questionar quais os motivos que leva Nuno Vaz a candidatar-se à Câmara Municipal de Chaves?
Nuno Vaz: A cidade e o concelho de Chaves precisam desesperadamente de homens bons, gente idónea e capaz, com novas ideias e projetos mobilizadores que possam devolver a autoestima e a esperança aos flavienses.
Eu sinto-me com vontade e capacidade para liderar um novo projeto que possa fazer de Chaves, novamente, um local atrativo para as famílias e para as empresas, uma concelho coeso, integrado e solidário.
Sei bem que o desafio é grande, pois as dificuldades existentes são muitas, mas os flavienses souberam sempre, ao longo da história, superar-se, foi assim na defesa da República e na restauração da democracia.
Nós flavienses, estamos talhados para transpormos todos os obstáculos e alcançarmos o sucesso, o qual, neste caso, é restaurarmos a memória desta cidade, dos seus jardins, das suas praças, a grandeza dos seus monumentos e a riqueza dos seus produtos e recursos.
É este o espírito que me anima e esses são os grandes desígnios da minha candidatura.

Para alcançar o sucesso, que projeto tem para Chaves?
O nosso projeto, aliás os nossos muitos projetos, que constituirão o nosso compromisso com os flavienses, serão detalhados na nossa proposta autárquica, a apresentar aos flavienses durante o próximo ano, ainda assim posso dizer-lhe que a ideia central e fim último da mesma é fazer de Chaves a melhor cidade e concelho de Trás-os-Montes para se viver e constituir família.
Naturalmente para que isso aconteça será necessário transformar radicalmente a realidade atual. Precisamos urgentemente de competência e responsabilidade na gestão das instituições locais, de fazer a escolha dos mais preparados, dos mais capazes, num contexto de transparência e isenção, em respeito pelos flavienses e pelo seu futuro.
Temos de acabar com as más práticas existentes, com o favorecimento de alguns em detrimento de outros, que têm destruído e desbaratado os recursos deste concelho.
Somos todos Chaves!

Embora a serem apresentadas as propostas no próximo ano, de certo tem projetos mais específicos e ideias mais concretas subjacente à sua candidatura. Poderá adiantar alguns?
Chaves precisa urgentemente de investir vontades, competências e recursos no estímulo das atividades económicas existentes, com o objetivo central de gerar mais e melhores empregos que permitam estancar a sangria que é a saída de centenas e centenas de jovens deste concelho.
Nós sabemos que as condições de conforto e qualidade de vida, tais como os jardins, os arruamentos, as estradas, os equipamentos desportivos e culturais, são fundamentais para a vida em sociedade, e infelizmente este executivo tem-se revelado incapaz de os garantir, mas o que é absolutamente decisivo para o futuro de Chaves é a capacidade para atrair pessoas e atividades económicas sustentáveis para este território.
Sabemos que o nosso sucesso coletivo está dependente do saber, da competência e da ambição em fazer bem, ou seja, está dependente de nós, das nossas escolhas.
Queremos acabar com as políticas megalómanas que não servem nem as pessoas, nem as empresas, e implementar políticas e fazer investimentos que sejam amigas e úteis das famílias e dos empresários.
Em suma, vamos promover políticas de fixação das pessoas, famílias e empresas, através de vários instrumentos, designadamente fiscais, redução de preços de serviços municipais, de disponibilização de infraestruturas municipais, de ações de produção, de apoios e incentivos financeiros (fundos municipais de estímulo ao empreendedorismo e ao investidor).

Falou em “investir”. Na sua percetiva, quais são as áreas prioritárias de investimento?
Fomento económico para a empregabilidade – Estabelecimento de um pacto multissectorial que aproveite os fundos do Portugal 2020 de forma integrada na agricultura, comércio e empregabilidade com empreendedorismo.
Turismo/Termalismo – Dar efetiva relevância ao turismo e ao termalismo, em ações concretas e não apenas no discurso público, e para isso é preciso fazer o trabalho que falta fazer que é fazer de Chaves e do Alto Tâmega um destino de qualidade reconhecidos pelos turistas e pelos operadores turísticos.
Vamos dar consistência e sustentabilidade à nossa oferta turística, envolvendo todos os intervenientes neste processo, entidades públicas e privadas.
As termas de Chaves e de Vidago, o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, a ponte Romana, os Castelos de Chaves e de Monforte, o Castro de Curalha, e os muitos monumentos religiosos têm de estar integrados no plano turístico concelhio e regional.
Vamos conceber um plano turístico que se relacione, de forma íntegra e simbiótica, com todos os concelhos do Alto Tâmega e com o Douro, com valor e potencial de afirmação.
O turismo e o termalismo são áreas que têm grande capacidade para gerar emprego e atividade económica, mas para que isso aconteça tem de haver conhecimento, competência e recursos nas organizações intervenientes.
Pessoas motivadas, competentes e conhecedoras da área teriam já estabelecido acordos e parecerias com as universidades e outros stakeholders.
Social – Conferir maior relevância social e económica ao sector social através da outorga de uma carta compromisso que, numa perspetiva de subsidiariedade, possa dar resposta aos problemas sociais existentes no concelho, designadamente às pessoas com deficiência, idosos, desempregados e pessoas com dependências.
Infraestruturas e Equipamentos Coletivos – Recuperar os arruamentos e estradas mais degradadas, restaurar/recuperar a memória de praças e jardins, piscinas municipais e pavilhão multiusos).
Infraestruturas Económicas – Colocar ao serviço dos empresários e empreendedores as infraestruturas económicas municipais

Na sua perspetiva, a situação financeira do Município de Chaves tem os recursos suficientes para financiar esses investimentos?
É verdade que precisávamos hoje, quando o investimento da administração central e dos privados escasseia, que a Câmara tivesse finanças saudáveis que permitissem financiar com recursos próprios ou de terceiros (empréstimos) muitos dos investimentos que Chaves precisa, nas infraestruturas que se apresentam degradadas, nos equipamentos desportivos e de promoção local que não temos, piscinas cobertas e pavilhão multiusos, seja ainda na promoção e afirmação turística e económica do concelho.
Mas, consciente dessas limitações, muitos dos recursos estão nos novos quadros de apoio comunitário e nas medidas de descriminação positiva para o interior que o governo tem preparadas.
Existe ainda muito trabalho a fazer na eficiência dos processos de organização e funcionamento dos serviços municipais e na equidade da cobrança de receita fiscal, designadamente garantindo que os fundos imobiliários passem a pagar IMI, e poderemos estar a falar de dezenas ou centenas de milhares de euros.
Também faremos um pacto de desenvolvimento com os empresários para atrair investimento para Chaves, melhorando assim as receitas disponíveis.
O dinheiro não pode ser desperdiçado e usado para fazer favores, mas antes aplicá-lo bem, onde faz falta e faz a diferença, em ações que beneficiem todos e não apenas alguns.
No passado recente gastou-se milhões de euros que se têm revelado inúteis para criar emprego e para fomentarem a atividade económica. Obras como o Parque de Atividades, o Mercado Abastecedor e a Plataforma Logística consumiram muitos milhões de euros, mas não evitaram a perda de população, a emigração de jovens e o empobrecimento das finanças municipais.
Nós vamos fazer investimento útil e necessário que contribua para a criação de emprego e para o dinamismo das atividades económicas.
Esse investimento será feito naquilo que é preciso fazer, sem megalomanias, no respeito pelo interesse de todos, da cidade e das aldeias, pois “Somos todos Chaves”.

Pensa que com essas medidas se possa inverter a progressiva perda de população no concelho de Chaves?
A perda de população combate-se com a criação de emprego e o fomento de oportunidades de vida. Temos que voltar a ser atrativos para as famílias residirem cá. Por isso dizia que queria que Chaves volte a ser a melhor cidade de Trás-os-Montes para viver e constituir família.
Chaves tem de demonstrar aos empresários locais e aos investidores externos de que Chaves oferece vantagens competitivas para a fixação das suas empresas, dos seus negócios, designadamente ao nível dos custos de localização, instalações, fiscais e de mão-de-obra.
Para isso, tem de existir equipa motivada e competente, escolhida com base em critérios de mérito e avaliada com base nos resultados obtidos e não uma escolha feita com base no cartão partidário e no “amiguismo”.
Se tivesse sido essa a opção do atual executivo municipal provavelmente Chaves hoje teria menos duas ou três centenas de trabalhadores desempregados.
A situação atual de apatia e de falta de esperança é o resultado de anos de má governação municipal e de milhões de euros desbaratados em juros resultantes de obras megalómanas mal pensadas e pior desenvolvidas.

Combater a perda de população implica criar condições para que os jovens aqui permaneçam. O que tem a dizer aos jovens que, não tendo condições de se fixarem, abandonam este concelho?
Que acreditem que um futuro na terra que os viu nascer, é possível, que acreditem, que tenham esperança e participem ativamente no processo de mudança que lhes proponho.
Que temos muita vontade de aprovar projetos e estabelecer parcerias focadas no estímulo de oportunidades para os jovens, em diferentes domínios.
Vamos apostar, com meios e recursos financeiros, na capacidade criativa e visionária dos jovens para desenvolver as suas ideias e os seus projetos inovadores.
Que querer é poder e todos juntos, sem segregação e clientelismo, podemos ainda mais!

Além dos jovens, os idosos deste concelho, sobretudo aqueles que têm menos recursos, também necessitam de uma atenção especial? Na sua opinião, qual deveria ser o papel da autarquia?
Os idosos verão reforçada a solidariedade da comunidade para com eles, seja de forma direta pelos serviços sociais municipais, seja através da rede de parceiros a implementar no concelho, de modo a eliminar o desperdício e evitar os abusos.
Existem no concelho boas IPSS que têm desenvolvido um trabalho notável que deve ser apoiado e estimulado pela Câmara Municipal através do estabelecimento de parcerias que permitam apoiar os idosos com menores recursos, ao mesmo tempo que aproximam e combatem o flagelo da solidão e da exclusão.

Na sua perspetiva, quais são os principais estrangulamentos ao desenvolvimento de Chaves?
Atualmente é a incapacidade de liderança para o desenvolvimento que a autarquia demostra. A atual gestão autárquica é um travão que deve ser retirado. Não podemos mais estar a travar o futuro da nossa terra.
Esta Gestão matou a esperança e sem esperança nada se faz pelo concelho.

Que medidas poderiam ser tomadas para revitalizar e trazer essa esperança à cidade e ao concelho?
Com parcerias ativas entre empresários, organismos públicos, sociedade civil, participação cidadã. Criar um grande entendimento para atrair novos investimentos, entusiasmar os empresários locais na dinamização e exploração dos recursos naturais, centrados nos recursos termais, no turismo, nos produtos locais e no comércio.
Sim, precisamos de revitalizar o centro da nossa cidade, pois ele é verdadeiramente o coração da cidade, ao mesmo tempo que apoiamos o comércio local.

Não entende que a aposta na musealização das Termas Romanas seja um bom investimento?
Eu penso que devemos preservar os achados arqueológicos, pois eles fazem parte da nossa história, ao mesmo tempo que os devemos valorizar e dinamizar, integrando-os na estratégia e no plano turístico concelhio.
Se a decisão de preservar as “Termas Romanas” foi acertada, o mesmo já não posso dizer da solução arquitectónica aprovada, pois ela não está à altura, em termos de qualidade, do achado arqueológico. A obra apresenta muitos problemas que, para um cidadão médio, não fazem qualquer sentido e não são explicáveis.
A empreitada das “Termas Romanas”, iniciada há mais de 7 anos, já gastou muitos milhões de euros dos flavienses e ainda assim o Presidente da Câmara diz não saber quando vai ficar pronta.
O problema foi criado por este executivo, mas a responsabilidade em encontrar uma solução deve ser compromisso de todos.
Na minha opinião, deve ser privilegiado um sistema de ventilação natural, promovendo aberturas no edifício que os técnicos de sistemas de ventilação recomendem e não implique custos exagerados de manutenção.
Se tivesse havido a preocupação de perceber como os Romanos resolviam o problema da condensação não se teria perdido tanto tempo e dinheiro. Fazer arqueologia é também fazer aprendizagens para o presente e para o futuro.
Talvez neste como noutros assuntos fosse desejável estudar melhor as soluções e somente depois avançar para a sua concretização.

Como a solução do Jardim das Freiras? Que comentários lhe sugerem esta obra de remodelação?
Não gosto! Que foi mal divulgada, talvez com medo de protestos imediatos. Que não repõe o jardim. Vai continuar um empedrado agora com pedra que não é da região. Lembro que no início da gestão PSD se encheu tudo de pedras. Depois foram retiradas. Agora regressamos ao mesmo.
Uma cidade e um concelho que não preservam a sua memória edificativa não poderão olhar o futuro com esperança e confiança.

O Museu Nadir Afonso não é, na sua perspetiva, um bom investimento para Chaves?
Em termos de retorno financeiro do que foi gasto é um mau investimento. Nunca se recuperarão os milhões gastos.
A nossa proposta para homenagear e perpetuar o Mestre Nadir Afonso e a sua valiosa obra era bem diferente, mais comedida financeiramente, centrada na recuperação do edifício do “antigo magistério primário”, destinado simultaneamente a espaço de museu e a escola de artes para os mais jovens.
Mas uma visão megalómana e imprudente avançou com a construção de um edifício que, em conjunto com as expropriações e obras adjacentes, já consumiu mais de 10 milhões de euros e gera centenas de milhar de euros anuais de despesas de funcionamento.
A família do Mestre Nadir Afonso não quis explorar este museu por entender que este é um investimento ruinoso.
Em termos de prioridades foi errada pois não contribui para a fixação de pessoas, nem para a criação de emprego.
A obra tem inegável valor artísticos, pois o projeto foi elaborado pelo Arquiteto Siza Vieira, mas agora é necessário dar-lhe dimensão e sustentabilidade artística e económica.
Este é uma das obras megalómanas que não foi pensada, mas agora é necessário explorá-la de forma integrada e competente, e não com amadorismos.

Há pouco falava na “dinamização e exploração dos recursos naturais, centrados nos recursos termais”. Entende, pois, que os Balneários Termais de Chaves e de Vidago têm sido mal geridos?
A água termal é um recurso precioso que a mãe natureza deu a Chaves e o Dr. Mário Carneio teve o dom de o colocar ao serviço da saúde e bem estar de milhares e milhares de pessoas.
Nem sempre quem geriu e gere os destinos da autarquia soube tomar as melhores decisões, como foi o caso de adiar, por causa do calendário eleitoral das autárquicas de 2013, o início das obras de requalificação do balneário termal de Chaves e de o manter encerrado por período superior a ano e meio.
As termas de Chaves têm perdido aquistas e importância enquanto instrumento de dinamização turística, muito por causa da má gestão e incapacidade de se adaptar aos tempos modernos.
As termas de Chaves precisam de uma gestão competente e conhecedora do “negócio” que seja apoiada por uma direção técnica inovadora e moderna que possam, em conjunto, afirmar os serviços termais e de bem estar.
Não se pode continuar a apostar num modelo de gestão que gasta com a direção e atividades clínicas mais de 150 mil euros por ano, quando esse dinheiro é absolutamente essencial para fazer inovação e desenvolvimento de novos produtos, mas também para a implementação de ações de promoção.
Quanto ao balneário pedagógico de Vidago é preciso perceber as razões pelas quais desde que foi inaugurado nunca terá funcionado verdadeiramente, pelo menos na prestação de serviços termais.
Vigado merece e precisa de um balneário termal que honre a sua história e seja capaz de animar turística e economicamente a Vila de Vidago.

Para finalizar, se for eleito, qual será a primeira medida a tomar?
Verdadeiramente não seria uma, mas antes duas, a primeira, de carácter simbólico, com o intuito de elevar a autoestima dos flavienses, concretizada em mandar lavar e embelezar as praças e os jardins da nossa cidade, bem como reparar os muitos buracos que os arruamentos apresentam, a segunda, aprovar medidas de apoio financeiro ao empreendedorismo jovem e ao investimento local com alto potencial de criação de emprego e geração de valor.

PERFIL NUNO VAZ: Militante do PS desde 1995, aos 47 anos este democrata intransigente assume-se como um cidadão comprometido com a sua terra e a sua gente, que gosta de desafios difíceis e de trabalhar em equipa com todos, estando preparado e fortemente motivado para abraçar um projeto autárquico.

Os órgãos concelhios do PS deliberaram, por unanimidade, no passado dia 17 de novembro, aprovar a candidatura de Nuno Vaz à Presidência da Câmara Municipal de Chaves, nas eleições de 2017, por considerarem que o mesmo reúne todas as condições políticas, competências profissionais e qualidades humanas para, em conjunto com os flavienses, superar com sucesso os desafios que Chaves enfrenta, nos domínios do desenvolvimento económico, progresso organizacional e tecnológico e bem estar social.

Nuno Vaz foi o candidato escolhido, por personificar o rigor, a honestidade, a capacidade de trabalho e de inovação que Chaves precisa.

-01NOTA BIOGRÁFICA: Nuno Vaz Ribeiro, nasceu em 27 de outubro de 1969, na freguesia de Travancas, concelho de Chaves, onde frequentou a escola primária. Fez o ensino preparatório, 5.º e 6.º anos, na escola dos Fortes, e todo o ensino secundário na Escola Secundária Fernão Magalhães.
Em 1988 é admitido na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, onde, em julho de 1993, conclui, com êxito, a respetiva licenciatura.

Durante o período em que frequentava o estágio de direito, não remunerado, 1994 e 1995, foi formador de direito comercial, fiscal, trabalho e noções gerais, na Escola Profissional de Chaves.
Foi admitido na Ordem dos Advogados, Secção Regional do Porto, em julho de 1995.

Possui duas pós-graduações, uma em Direito do Ordenamento do Território, do Urbanismo e do Ambiente, obtida na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e a outra em Gestão Autárquica, na Faculdade de Economia da Universidade do Porto.
Frequentou, com êxito, o Programa Avançado de Gestão para Diretores Executivos de ACES, ministrado pelo INA.

Jurista do Município de Chaves desde 1996, na qual desempenhou ainda as funções de Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Chaves, entre 1999 e 2001, data a partir da qual exerceu, na mesma entidade, as funções de Chefe da Divisão Administrativa.
Desde 2002 que exerce, no município de Montalegre, as funções de Diretor de Departamento Municipal com a responsabilidades na área financeira e na administrativa.

Na área associativa e social desempenhou, designadamente, funções diretivas na Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários Flavienses, na qualidade de vice-presidente.
Atualmente integra a mesa administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Chaves, com as funções de vice-provedor.

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