Montalegre – “Dia da Igualdade” no Ecomuseu de Barroso

Qui,31 Out 2013


Foi sob o lema “Ouvir com os olhos, ver com o tato, tocar com a imaginação” que o Ecomuseu de Barroso assinalou o dia da igualdade.

 Dia-da-Igua-02O Ecomuseu de Barroso, desafiou a população para sentir a experiência das pessoas com deficiência através de uma visita ao espaço. Uma proposta, que foi definida pelo vice-presidente da autarquia de Montalegre: «uma boa experiência de nos colocar na pele dos outros». Nesse sentido, David Teixeira lembrou: «no Ecomuseu de Barroso houve essa preocupação, de vestir a pele de alguém que tem características diferentes e que tem uma forma diferente de ver a realidade. É interessante, porque mesmo num espaço que se preocupa com sensações e provocar sensações aos nossos visitantes, descobrimos uma coisa muito simples, nós que habitualmente vemos e ouvimos com facilidade nunca nos preocupamos em raciocinar como eles». O autarca frisou ainda: «sai pelo menos daqui uma conclusão e uma proposta em desafiar alguns dos nossos colaboradores a aprender outro tipo de linguagem e comunicação com os visitantes que tem algum tipo de deficiência, neste caso auditiva e visual».

Irene Esteves, responsável pela Divisão Sócio-Cultural da Câmara Municipal de Montalegre, catalogou esta aposta como «muito interessante» porque, reforçou, «normalmente quando se fala em igualdade fala-se em igualdade de género por isso acho que o museu inovou ao falar em igualdade de pessoas com os incapacitados». A reboque, sublinhou: «é um tema que deve ser mais trabalhado nesta área e, pessoalmente, penso que esta primeira comemoração deste dia pode ser uma alavanca para no próximo ano ser comemorado já com outra abrangência e esperemos já com a CERCI a funcionar».

Por sua vez, Fátima Fernandes, vereadora da educação do município, não disfarçou o agrado com esta aposta: «foi uma iniciativa muito interessante, foi uma maneira muito importante de assinalar a data. Tratar da deficiência e dos cidadãos com dificuldades é sempre muito importante. Fez-se uma demonstração em todos os espaços do Ecomuseu e o que pudemos verificar é que o edifício está preparado para receber todos os visitantes, seja qual for o tipo de deficiência». No mesmo tom, concluiu: «aquilo que se verificou é que essas pessoas precisam de um acompanhamento personalizado e é isso que os nossos funcionários estão dispostos a fazer».

Redacção /CM Montalegre

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