Os Centros de Dia de Água Revés e Bouçoaes são os mais recentes exemplos de equipamentos sociais que proliferam no concelho valpacense, numa estratégia do município em haver pelo menos um em cada freguesia.

A Câmara Municipal de Valpaços pretendia que, no mínimo, todas as sedes de freguesia dispusessem de um equipamento social de apoio aos idosos, mas o número de infraestruturas apoiadas pela autarquia já ultrapassou as 31, número de freguesias do concelho.

A edilidade tem, em alguns casos, custeado a totalidade do investimento e, por norma, a gestão é entregue a outras instituições do concelho.

Neste momento estão já em fase de acabamentos mais dois centros de dia, um na freguesia de Água Revés e outro na freguesia de Bouçoaes.

O centro de dia de Água Revés, da responsabilidade da Associação de Solidariedade S. Bartolomeu, tem um custo de cerca de 300 mil euros, suportado na sua totalidade pela autarquia valpacense. A valência terá capacidade para albergar cerca de 50 utentes e encontra-se quase concluída a estrutura da obra, ultimando-se a fase de revestimento do edifício. Prevê-se que o Centro de Dia esteja disponível à população no início do próximo ano.

O Centro de Dia de Bouçoaes tem muitas semelhanças com o equipamento social de Água Revés, com capacidade para 50 idosos e um orçamento de cerca de 300 mil euros. Financiado integralmente pelo Município de Valpaços, a infraestrutura já se encontra completa, bem como o revestimento e caixilharia. A obra encontra-se atualmente na fase de acabamentos, devendo estar disponível à população dentro de, aproximadamente, meio ano.

Segundo Francisco Tavares, Presidente da Câmara Municipal de Valpaços, “estamos a trabalhar para que, no mínimo, todas as sedes de freguesia disponham de equipamentos, com todas as condições, para dar guarida aos nossos idosos. Preocupa-nos o seu bem-estar físico e também psicológico, sendo exemplo o Projecto Afectos, em prática pelo quarto ano consecutivo”.

A medida permite, sobretudo, “não desenraizar os utentes da sua terra natal, permitir-lhes que possam ir às suas casas, ser visitados pelos familiares, no fundo ser um prolongamento da sua habitação para não sentirem o trauma de deixar a sua casa”, conferiu fonte da autarquia.

Cátia Mata

 

 

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