Barrosões marcaram cedo o 3-0 o que foi suficiente. Barqueiros respondeu até ao intervalo e lutou até final. Segunda parte emotiva mas sem golos.

Com uma entrada a ‘todo o vapor’ a formação barrosã rapidamente se colocou em vantagem, e com uma margem interessante no marcador.
Com muita facilidade em aparecer em zona de finalização, depressa os remates começaram a entrar, e Esteves, Tomás e António fizeram o gosto ao pé. Resultado que era até lisonjeiro face ao domínio e que levou o técnico da equipa de Mesão Frio a pedir desconto de tempo.
O GDC Salto não deixou de ser perigoso, mas não voltou a marcar e aos poucos o Barqueiros começou a aparecer no encontro.
Numa insistência, surgiu o 3-1, depois o Salto chegou às cinco faltas e aproveitando o melhor período o vencedor da taça da temporada passada fez mesmo o 3-2 e chegou a ameaçar o empate até ao intervalo.
O segundo tempo não teve qualquer golo marcado, é certo, mas não foi por isso que foi menos intenso e interessante.
O Barqueiros acreditava que era possível virar o jogo, e entrou forte a criar perigo. Na resposta, o Tomás ficou perto de marcar e a reação dos barrosões obrigou o Barqueiros a cometerem muitas faltas.
Com as duas equipas abertamente à procura do golo, Manel ficou muito perto de marcar e Ganilha, quando ia isolado, foi travado em falta, o que levou a uma expulsão de Renato.
Mas neste período Manel acabou também expulso com segundo amarelo, por mão na bola, e o Salto ainda teve de defender em inferioridade.
Já com o mesmo número de jogadores, o Barqueiros acabou por não ter forças para evitar a derrota e mais um troféu ao Salto, campeão distrital em título que volta a disputar a competição e mostrou argumentos para mais um ano de candidatura à vitória.

Diogo Caldas

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