Mais de 350 amantes do BTT estiveram em Chaves para a já tradicional Rota do Presunto. Prova dura agradou participantes. Gastronomia da região permitiu recuperar forças no final marcado pelo convívio.

 

Como habitual, tudo começa no sábado, com uma receção aos participantes no Centro Cultural de Chaves, onde não faltaram os produtos da região. Foi no mesmo local que aconteceram as saídas e chegadas numa manhã agitada.
As equipas e participantes do concelho e região não deixaram de marcar presença, mas um pouco de todo o país estiveram atletas à procura de um dia de aventura.
Na manhã de domingo a azáfama da concentração de todos os participantes transformou-se em acalmia quando todos partiram, primeiro os da maratona (80 km) e meia-maratona (50 km) e depois os mais pequenos.
Já ao final da manhã, voltou a azáfama, com os primeiros classificados a chegarem. Na meia-maratona, o vencedor foi Marco Correia, do Bolflex, seguido de Nuno Carvalho, CCVR, e Duarte Alves, do Pedras Bikers Team. Na prova principal, Daniel Pimenta, do CTM Vila Pouca, chegou ao mesmo tempo que José Pacheco, SPAC BTT, enquanto Francisco Fernandes, também do CTM Vila Pouca, fechou o pódio.

Daniel Pimenta fez o bis

Depois de se estrear a vencer em 2018, na XV edição da Rota do Presunto o flaviense somou a segunda vitória.
“Objetivo conseguido! Conseguir fazer o bis em casa é um orgulho imenso, ainda para mais com o nível dos atletas que estavam a participar este ano. Um agradecimento ao meu amigo José Pacheco que os dois assumimos a frente da corrida de início ao fim e os meus parabéns ao BTT Clube de Chaves que fez um excelente evento”, destacou.
O flaviense chegou a par de José Pacheco, atleta também do panorama nacional a regressar de uma lesão e que teve boas sensações.
“Estou à procura de regressar à boa forma, depois de ter arrancado bem a época”, destacou, esperando terminar bem a temporada nas provas nacionais que tem pela frente.
Já na meia-maratona, o primeiro flaviense a ir ao pódio foi Duarte Alves, com o terceiro lugar, após “uma prova sempre muito bem delineada e sinalizada com vários pontos de apoio para que nada falta se aos atletas”.
“Na meia maratona a prova decidiu se dentro dos primeiros 15 km onde ficamos um grupo de cinco atletas chegando a ter uma média de mais de 30 km/h a meio da prova. Nos últimos km houve um ‘forcing’ no ritmo fazendo com que cada um gerisse de sua maneira a prova no final”, destacou.

Diogo Caldas

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