A Direção-Geral de Saúde revogou temporariamente a determinação de isolamento profiláctico para quem entra no país, estando a ser criado um “novo mecanismo” que permite “uniformizar procedimentos”.

A Administração Regional de Saúde (ARS) Norte e a ARS Algarve decretaram nos dias 21 e 19 de março, respetivamente, a obrigatoriedade de isolamento profiláctico pelo período de 14 dias às pessoas vindas do estrangeiro. Neste sentido, cabia às autoridades locais e regionais fiscalizar todos os cidadãos que entrassem nas fronteiras portuguesas e orientá-los com o objetivo de cumprir a norma estabelecida tanto na região Norte como no Algarve.

Graça Freitas anunciou hoje a suspensão “apenas por umas horas” dessa medida, explicando que seria necessário articular as decisões locais com as decisões ao nível nacional, nomeadamente com o Ministério da Saúde e da Administração Interna.

Segundo explicou a diretora geral da Saúde as autoridades de saúde de nível local e regional serão responsáveis pela avaliação do risco para a saúde da sua população e em função disso devem propor à autoridade nacional de saúde, que em conjunto com os outros ministérios decidirão a medida a adotar. A responsável salientou que o processo estava temporariamente revogado para uniformizar procedimentos.

 

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