Devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus, a Câmara de Boticas decidiu não abrir as piscinas municipais nos meses de verão por não se encontrarem reunidas as devidas condições de higiene e segurança, nomeadamente o cumprimento da distância de segurança entre os utilizadores, impostas pela Direção-Geral da Saúde.

Segundo a Câmara de Boticas, um dos principais fatores que determinou a não abertura das piscinas ao público, foi o facto de as pessoas terem de compartilhar as áreas comuns, e que são favoráveis à propagação do vírus.

O autarca de Boticas, Fernando Queiroga, referiu que “prevenir continua a ser a melhor forma de combater a Covid-19 e, nesse sentido, decidimos não reabrir as piscinas”, sendo que, garante, o município estará atento ao progresso da situação: “Vamos continuar atentos à evolução do surto e a implementar medidas que contribuam para a proteção da saúde da nossa população, assim como para a prevenção de possíveis focos de contágio no nosso concelho”.

As atividades de ocupação de tempos livre também não se irão realizar uma vez que o Pavilhão Multiusos, espaço habitualmente utilizado nestas atividades, permanece ocupado com 45 camas, como forma de prevenção caso exista algum surto de COVID-19 no concelho, e caso seja necessário ser utilizado pelos operacionais do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais 2020 que arrancou na quarta-feira passada, dia 1 de julho, na sua fase mais reforçada de meios, devido ao maior risco de incêndio.

Fernando Queiroga lamenta a situação, mas considera que “não podemos comprometer o bem-estar das nossas crianças e jovens”.

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