Flavienses arrancam nacional à procura de repetir feito da época passada, alcançar a manutenção direta. Objetivo principal é a permanência.

Vasco Fontinha, João Pedro Vasco Pinto, Miguel Oliveira, Tomás Castelo, Tiago Apolinário, Tiago Carneiro, Rui Xavier, Sandro, Diogo Rodrigues, Celino (ex-Abambres) , Gabriel Rodrigues, Guilherme Rodrigues (ex-Abambres), Daniel Jordão (ex-Abambres), Rui Rua, Hugo Almeida (ex-Abambres), Marracho, Diogo Viegas (ex-Abambres), António Pizarro, José Machado (ex-Benfica Chaves), Rui Gonçalves, Diogo Baldegas (ex-Montalegre Abelhas Azuis), Nené (ex-Escola Benfica Castelo Branco) e Luís Vaz (ex- Escola Crescer Bragança) T: André Teixeira T. Adj: Guilherme Ferreira T. Gredes: Tony Portelinha D: Carlos Teixeira Enf: Joana Correia

É no Estádio da Portelinha, em Pedras Salgadas, que o Desportivo de Chaves se estreia na nova época, no domingo, às 11:00, diante o Barroselas.
Os transmontanos, que mantêm o técnico André Teixeira, têm um plantel diferente, aproveitando vários jogadores que na época passada venceram o distrital sub-15 da AFVR e a taça sub-14, mas também recrutando jogadores em Vila Real.
Para o técnico André Teixeira, o clube continua a ter um “grande handicap” pela interioridade.
“Já o ano passado tivemos alguns problemas em ter jogos de pré-época, pedimos à estrutura para resolver esse problema mas não foi diferente. O adversário que vamos defrontar jogou contra Braga, Vitória e FC Porto na pré-época”, realça.
O treinador lembra que apesar de saber a força dos adversários, falta saber “ao certo em que patamar estamos, o que é complicado”.

Primeira fase é a uma volta

Numa série com 12 equipas, os quatro primeiros após uma volta irão apurar-se para a segunda fase, de apuramento de campeão, que garante a manutenção direta.
As restantes equipas irão discutir a manutenção, mantendo os pontos da primeira volta na totalidade. Os três últimos de cada série serão despromovidos.

Grupo ambicioso e confiante

O médio Gabi está pelo segundo ano no Desportivo de Chaves e é um dos capitães de equipa. Encarregue de integrar os reforços, o jovem natural de Pedras Salgadas vê a equipa forte e quer fazer um bom campeonato.
“Temos um grupo forte, unido e queremos entrar já a vencer”, destaca.

O transmontano pretende fazer igual ao ano passado ou melhor, destacando a manutenção direta da equipa no nacional e os títulos no distrital.
“As caras novas estão a adaptar-se, são bons reforços, o grupo está mais forte e temos ajudado a adaptarem-se os jogadores novos”, garantiu.
Uma das caras novas é Hugo Almeida. Natural de Vila Real, e com formação no Abambres, o jovem ala esquerdo conhece bem a maioria dos companheiros das seleções distritais.


“Mudei para o Chaves para jogar no nacional, subir de patamar. Os colegas na seleção que falavam no clube que era, que a intensidade era diferente. Neste campeonato posso dar mais nas vistas. Sou iniciado de primeiro ano é a primeira vez que participo no nacional”, contou.
Hugo Almeida vê um grupo unido, que sabe “distinguir os momentos sérios da brincadeira” e que irá entrar em campo sempre para ganhar.
“Quero ser jogador de futebol, como todos os meus colegas. Objetivo é jogar o máximo de minutos possíveis”, confessou.

“Quanto mais cedo se conseguir a manutenção melhor será”

A Voz de Chaves: Nova época, quais são os objetivos?
André Teixeira: O objetivo é o mesmo que o ano passado, que é a manutenção e é por aí que nos vamos guiar. Se conseguirmos tê-la mais cedo, depois da primeira fase, será melhor, se for na segunda fase será bom também. O ir à segunda fase de apuramento de campeão é um prémio muito grande, embora depois a competição acabe muito cedo. Quanto mais cedo se conseguir a manutenção melhor.

É uma equipa muito diferente?
Somos o escalão que todos os anos temos muitas novidades. Temos uma base da equipa sub-14 que foi campeã distrital de sub-15 e venceu a taça sub-14 e há um aproveitar do trabalho dessa equipa. Ainda que o nosso escalão é o que sofre um choque maior para os que passam para os escalões nacionais.

Esse aproveitar do escalão abaixo é importante?
Temos uma base dessa equipa mas na realidade temos sempre a necessidade de ir procurar aqui perto, ao contrário de juvenis e juniores que vão buscar jogadores já num raio de ação maior. Tivemos surpresas muito boas, miúdos que vieram e que não estávamos à espera, e outros que vamos esperar, tal como aconteceu o ano passado, para que haja um crescimento grande com a equipa. O treino e a qualidade do grupo proporcionam que assim todos cresçam.

A ida de um jogador à seleção e a subida de muitos para os juvenis, esta época, é motivante?
Eu digo aos miúdos que a maior vitória enquanto estrutura é que consigam passar para o escalão seguinte, que eles sejam promovidos. No ano passado tivemos a ida do Tiago para a seleção nacional e vários miúdos a serem observados por grandes equipas. A ida a uma segunda fase fez com que tivessem maior visibilidade.

Diogo Caldas

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