O município de Chaves associou-se na sexta-feira, dia 30 de novembro, à iniciativa mundial “Cidades pela Vida, cidades contra a Pena de Morte”, com um programa de atividades dedicado aos Direitos Humanos.

Em iniciativas coorganizadas pela Secretaria Geral do Ministério da Justiça, Comarca de Vila Real, Câmara de Chaves e com a colaboração da Amnistia Internacional, o programa arrancou, com a Conferência “Livres e Iguais – Direito à Vida”, no Centro Cultural. Esta conferência integrou um momento musical protagonizado pelo quarteto de saxofones da Academia de Artes de Chaves, seguido das intervenções do presidente da Câmara De Chaves, Nuno Vaz, do juiz presidente da Comarca De Vila Real, Álvaro Monteiro, e do professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra e Comissário das Comemorações para os 70 Anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e 40 anos da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos Humanos, Vital Moreira, entre outros.

Segundo nota da Câmara de Chaves, as atividades deste dia incluíram ainda uma visita guiada à exposição “Condemnados à Pena Última, 150 Anos da Abolição da Pena de Morte”, patente ao público na sala multiusos do Centro Cultural de Chaves até ao próximo dia 28 de dezembro.

Já no final da tarde, o Grupo Local de Chaves da Amnistia Internacional iluminou a escultura de bronze “A Árvore da Vida”, do escultor Alberto Carneiro, em torno da qual decorreu uma vigília poética onde membros da Amnistia Internacional e do Grupo Cultural flaviense “Pontas Soltas” declamaram poemas alusivos à celebração da vida e à consagração mundial dos Direitos Humanos.

O dia 30 de novembro, dia das “Cidades pela Vida, Cidades contra a Pena de Morte” é uma iniciativa da Comunidade de Sant’Egídio promovida desde 2002 pela Coligação Mundial Contra a Pena de Morte e pretende distinguir o dia da abolição da pena de morte pelo primeiro Estado europeu, o Grão-Ducado da Toscánia, em Itália, no ano de 1786.

 

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