Cinco méis do Alto Tâmega premiados no Concurso Nacional de Mel, organizado pela Federação Nacional dos Apicultores de Portugal e o Centro Nacional de Exposições e Mercados Agrícolas.

A 11ª edição do Concurso Nacional de Mel teve a maior adesão de participantes de sempre. Participaram 42 produtores nacionais, individuais e/ou coletivos, que confiaram à prova cega do júri 73 méis, de oito classes de origem floral. As provas realizaram-se nos dias 5 e 6 de março, em Santarém, tendo sido os premiados anunciados em maio.

O Mel do Barroso, DOP, do Agrupamento de Produtores da Cooperativa Agrícola de Boticas, volta a ser considerado, pela terceira vez, o Mel do Ano, prémio que já havia alcançado em 2014 e 2017.

Por classes, Mel de Urze, o Mel do Barroso, DOP vence a medalha de Ouro na categoria de produção Convencional, e o Mel Aromas e Sabores de Pitões, de Montalegre, da apicultora Fátima Rodrigues, conquistou a medalha de Bronze.

Na mesma classe, mas na categoria Modo de Produção Biológica, o Mel Casa do Couto, de Amadeu Fortunas de Paradela, Montalegre, conseguiu a medalha de Ouro, e o Mel de Santa Maria, do apicultor Rui Batista, recebeu a medalha de Prata. Esta marca comercial de Santa Maria de Émeres, em Valpaços, também foi distinguida com o título de medalha de Ouro, na classe o Mel de Rosmaninho, na categoria de Modo de Produção Biológico.

 

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