Os pilotos flavienses Luís Delgado e André Carvalho estiveram este fim-de-semana a disputar a última prova do Campeonato Norte de Ralis realizado no concelho de Paredes, alcançando o segundo lugar da geral na despedida da temporada.

O fim-de-semana ficou marcado pela intempérie onde as equipas tiveram trabalho reforçado devido às condições meteorológicas. A dupla do Alto Tâmega começou o sábado com um troço noturno em Baltar e a super especial no Kartodromo, começaram com algumas cautelas devido aos poucos km feitos no Citroën DS3 R5 fazendo assim o 3.º tempo da geral, mas mesmo assim conseguiram bater o piloto da casa na Super Especial fazendo o primeiro tempo conseguindo subir um lugar acabando o dia de sábado em 2.º da geral.

No domingo a dupla flaviense começou da pior maneira, fazendo uma má escolha de pneus e de um set up não tão adequado às condições atmosféricas, fazendo assim perder muito tempo nas duas primeiras especiais do dia passando em Baltar e Alvre.

Passando para o meio do dia de rali a dupla acertou melhor na escolha de pneus e conseguiu assim rodar a um nível melhor podendo conhecer melhor o carro e fazer o segundo tempo da geral nas duas classificativas ficando atrás do piloto da terra “João Barros” que já está super habituado a estes carros de última geração.

Chegando aos dois últimos troços do Rali as condições do tempo estavam muito incertas, a dupla arrancou da assistência com pneus intermédios mas chegou ao início dos dois últimos troços cronometrados e viram a chuva a começar a cair, Luís Delgado e André Carvalho decidiram não arriscar e tentaram fazer o melhor possível para poder chegar ao fim com o carro intacto, assim o fizeram ainda conseguindo fazer um segundo tempo no antepenúltimo troço o que os fazia passar para 2.º da geral, estando assim com alguma vantagem do 3.º classificado a equipa acabou por fazer o último troço com muitas precauções devido à chuva que caía e acabaram por fazer a festa no final ficando com o segundo posto da classificação geral.

A dupla do Alto Tâmega considerou a exibição positiva, mesmo atendendo ao facto de que não tinham traçado ambições muito grandes para esta prova: “Sabíamos que dificilmente nós poderíamos bater com o João Barros, por isso fomos mantendo o andamento que podíamos, também não tínhamos os pneus mais adequados para o tempo que se fez sentir nas duas primeiras classificativas e nas duas últimas, por isso jogamos pelo seguro. Ainda não fizemos os quilómetros que queríamos com o DS3 R5. Precisamos de mais adaptação para nos sentirmos à vontade com ele, mas este resultado acaba por ser um bom indicador”.

Os transmontanos agradeceram ainda “a todos os patrocinadores e a toda a família que apoiaram ao longo de toda a época”.

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