Perto de uma centena de flavienses aceitou o desafio do Instituto Português do Sangue e Transplantação para aumentar as reservas de sangue no país.

Uma equipa de saúde do Centro de Sangue e da Transplantação do Porto esteve na segunda-feira, dia 3, no quartel dos Bombeiros Voluntários Flavienses a fazer colheitas de sangue.
“O sangue que é aqui recolhido pode ajudar a salvar uma vida. Por isso, é importante que continuemos a apelar às pessoas para serem dadores e com isso conseguirmos aumentar as reservas de sangue”, explicou Sónia Moreira, representante do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST) em Chaves.
Sónia Moreira lembra que toda a gente, a partir dos 18 anos, pode dar sangue. Tem ainda de “ter hábitos de vida saudáveis, e peso igual ou superior a 50 kg”.
Aida Cristina já perdeu a conta às vezes que deu sangue. Ao jornal A Voz de Chaves diz que o faz “para ajudar quem precisa” e que é um gesto que a faz “sentir bem”.

 

Sesinando Aparício também é repetente em dar sangue e, embora nunca tenha precisado de receber, concorda que é importante participar nesta causa solidária.
No dia 20 deste mês haverá nova ação de colheita de sangue, no quartel dos Bombeiros Flavienses, entre as 9h30 e as 17h.
“Espero que consigamos ter ainda mais gente na próxima data. Ao darmos sangue estamos a ajudar o próximo e um dia podemos ser nós a precisar”, rematou a representante do IPST em Chaves.

Cátia Portela

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