Fernando Queiroga, vice-presidente do Conselho Fiscal da Liga dos Bombeiros de Portugal e presidente da Câmara de Boticas, considera que “os apoios continuam a ser insuficientes”, sobretudo nesta altura em que as associações dos bombeiros têm custos acrescidos na compra de equipamento de proteção individual.

O Conselho Nacional da Liga dos Bombeiros de Portugal reuniu no sábado, dia 27, em Pombal, onde foi avaliada e votada a proposta de Revisão de Orçamento de 2019 e o Relatório e Contas, sendo ainda revalidada a utilização de verbas do Fundo de Proteção Social dos Bombeiros.

O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2020 foi outro assunto abordado, já que mesmo em tempos de pandemia, as associações têm obrigatoriamente de ter cuidados redobrados e criar condições de segurança, sendo que isto implica, a compra de materiais de proteção e consequentemente custos acrescidos.

Fernando Queiroga refere que os apoios continuam a ser insuficientes, mencionando que, “apesar de ter havido aumento das comparticipações às associações, esse aumento continua a ser insuficiente para quem tem que trabalhar 24 horas por dia e fazer face às ocorrências num contexto muito difícil”.

A nova realidade, provocada pela pandemia de COVID-19, trouxe aos bombeiros dificuldades acrescidas, especificamente dificuldades financeiras, visto que, por um lado, se verificaram enormes quebras ao nível dos serviços de saúde, havendo ainda aumentos relevantes nas despesas, nomeadamente na compra de equipamentos de proteção individual.

 

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