Dia 1 de março foi o Dia Internacional da Proteção Civil. Para assinalar esta data, a Câmara Municipal de Chaves organizou, na manhã desse mesmo dia, na Praça de Camões, uma demonstração de meios e ainda um simulacro.

As três corporações de bombeiros do concelho (Bombeiros Voluntários Flavienses, Bombeiros Voluntários de Salvação Pública e Bombeiros Voluntários de Vidago), a Guarda Nacional Republicana, a Polícia de Segurança Pública, o Regimento de Infantaria 19, os Sapadores Florestais, a Cruz Vermelha Portuguesa – Núcleo de Chaves, o INEM e o Serviço Municipal de Proteção Civil, em suma, todos os agentes locais de proteção civil, tiveram os seus meios à disposição da curiosidade da população, nomeadamente de alunos do 2º e 3º ciclos de alguns estabelecimentos de ensino do concelho.

Às 10h30 teve início um simulacro de capotamento de trator com vítima encarcerada, acidente comum não só no concelho flaviense, mas também na restante região do Alto Tâmega, e que na maioria das vezes é fatal para a vítima. Os agentes envolvidos neste simulacro demonstraram todos os procedimentos envolvidos no salvamento de uma vítima num acidente deste género, e, no final, foram aplaudidos por todos os que assistiam à atividade.

Nuno Vaz, presidente da Câmara Municipal de Chaves, referiu que a atuação do dispositivo de proteção civil “depende muito da coesão, da cooperação, da comunicação e da boa articulação”entre os vários agentes envolvidos, e destacou a importância que a comunicação existente entre estes meios e a comunidade tem na resolução de problemas, acrescentando ser relevante que os mais jovens tenham a perceção “da forma como a sociedade se organiza, da forma como a sociedade se prepara e como está mobilizada para agir em situações limite, como são situações de calamidade e de catástrofe. E, portanto, é importante que também esta informação possa passar para os nossos jovens, e, na nossa perspetiva, esta é a melhor forma de ela ficar solidificada, e de até, em muitos casos, contagiar os restantes membros da família. Por isso, acho cada vez mais importante integrar, naquilo que é o conhecimento cívico, os jovens para que todos em conjunto conheçamos esta realidade, e possamos, ao mesmo tempo, ajudar também a construir novas respostas”.

Esta iniciativa teve como objetivo alertar a população para a importância da proteção civil, sobretudo no que diz respeito à prevenção e à coordenação de esforços em casos de emergência e calamidade, bem como a promoção da interação da comunidade escolar com os diferentes agentes de proteção civil no âmbito da sua atuação.

Maura Teixeira

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