Foi no passado sábado, dia 11, que decorreu a primeira edição do “Mercado da Madalena – Saberes e Sabores Artesanais”. Esta é uma iniciativa que irá ter continuidade, ocorrendo no segundo e quarto sábados de cada mês.A 1ª edição do “Mercado da Madalena” contou com vários expositores, desde artesanato, pão, fumeiro, Pastel de Chaves, compotas, bijuteria, entre outros, e que tem como grande propósito apoiar os produtores artesanais na venda dos seus produtos, sendo mais um contributo para o progresso da economia da região.

Mas não foi apenas de produtos que se fez esta iniciativa, que se repetirá no segundo e quarto sábados de cada mês, intercalando assim com a “Feira das Varandas” que ocorre na freguesia de Santa Maria Maior no primeiro e terceiro sábados. A animação de rua ficou a cargo do Teatro Experimental Flaviense, enquanto a música foi assegurada pelo Grupo Musical Simpatia, pelo Coral Vicentino de Chaves e pelo Rancho Folclórico da Madalena.

Durante a tarde houve ainda espaço para pratos típicos nas “Tasquinhas da Madalena”.
O Jardim Público tem sido o local de eleição para grande parte dos eventos realizados nesta freguesia. Contudo, esta iniciativa veio contrariar esta tendência, sendo realizada no Largo de São Roque, mesmo em frente à sede da Junta de Freguesia da Madalena e Samaiões. Depois de uma análise, chegámos à conclusão que este seria o espaço ideal para a realização desta atividade porque é um espaço aberto, onde as pessoas passam, quer na Ponte Romana, quer mesmo nestas estradas, e toda a gente vê o Mercado. Por isso, nós achámos que este espaço seria o ideal e estamos muito contentes por o termos realizado aqui porque correu tudo conforme as expetativas”, explicou João Pinto, presidente da Junta de Freguesia da Madalena e Samaiões.

“A ideia deste Mercado é crescer”

A criação deste “Mercado da Madalena” era um dos projetos que o atual executivo da Junta de Freguesia tinha desde que assumiu funções, tendo como grande objetivo levar mais pessoas até esta margem do rio, dando mais vida à freguesia e fomentando assim a economia do comércio local: “Eu cresci aqui e conheço bem a realidade. As pessoas queixavam-se que a Madalena estava morta. As pessoas diziam que um dos principais problemas era o facto de a Ponte Romana estar interdita ao trânsito. Acredito que de alguma forma o encerramento da Ponte Romana tenha condicionado o comércio local aqui da Madalena, mas penso que o maior problema não passará por aí. Temos desenvolvido vários eventos que trazem gente, e estamos muito recetivos às associações culturais, recreativas, musicais, e isso também se reflete aqui na nossa atividade e na dinâmica do nosso executivo”, referiu João Pinto, acrescentando que “a ideia deste Mercado é crescer. Queremos que isto tenha uma dimensão completamente diferente, para que possamos ocupar as ruas do centro histórico aqui da Madalena, e as inscrições para novos produtores estão sempre abertas”.

O “Mercado da Madalena – Saberes e Sabores Artesanais” teve a organização conjunta da Junta de Freguesia de Madalena e Samaiões e da Associação de Produtores Artesanais de Chaves (APAC).

Maura Teixeira

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