Na segunda-feira, dia 15, procedeu-se à assinatura de um protocolo cultural entre o Novo Banco e o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso (MACNA).

Este protocolo consiste na cedência, para exposição permanente no MACNA, de cinco obras de artistas portugueses contemporâneos que fazem parte da coleção de pintura do Novo Banco.
O NB Cultura, nome dado a este projeto, tem como principal objetivo espelhar o compromisso do Novo Banco em preservar, promover e partilhar com a sociedade portuguesa o seu relevante património cultural e artístico. Com protocolos culturais assinados com mais de duas dezenas de museus por todo o país (ilhas incluídas), pretende-se, através deste projeto, facilitar o acesso às várias coleções a comunidades artísticas, estudantes, investigadores e ao público em geral.
A coleção de Pintura Novo Banco (com um conjunto de mais de 90 obras relevantes de pintura portuguesa e europeia de várias épocas), a coleção de Fotografia Contemporânea Novo Banco (encontrando-se entre as melhores coleções empresariais do mundo), a Biblioteca de Estudos Humanísticos (uma das mais valiosas bibliotecas particulares especializada nesta área), e a coleção de Numismática (uma das maiores e mais completas de Portugal) são as coleções e biblioteca geridas pelo NB Cultura.
Depois de um momento musical a cargo de um aluno da Academia de Artes de Chaves, seguiu-se, na última segunda-feira, a assinatura do documento, no auditório do MACNA.
“Foi com muito gosto que o Novo Banco fez este programa de partilha permanente e de visibilidade às suas obras. Ao invés de as pessoas terem de se deslocar para verem as obras, são as obras que se deslocam”, destacou Luísa Soares da Silva, administradora do Novo Banco.
Para além da assinatura da administradora do Novo Banco, também a de Nuno Vaz, presidente da Câmara Municipal de Chaves, consta neste protocolo cultural.
“Estamos num espaço absolutamente excecional. É um espaço que tem todas as condições físicas para poder acolher, mas sobretudo para poder partilhar e experienciar aquilo que é de todos, que é a cultura. Eu acho que a cultura é de todos e quando um artista cria, seja escultura, pintura ou fotografia, essa obra deve ser partilhada. E, por isso, uma particular nota de agradecimento ao Novo Banco porque concretiza exatamente aquilo que eu digo, que é permitir que todos os públicos possam ter esta oportunidade de conhecer expressões artísticas, neste caso de pintura, que permitam fazer outro tipo de viagens, de experiências”, referiu o autarca flaviense.
O edil disse ainda ser um “momento feliz para a comunidade flaviense, e em particular para o MACNA, porque é mais um momento importante num processo de afirmação que queremos que seja crescente”.
De seguida foi então inaugurada a exposição “Arte & Cultura”. “Le Pianiste (ou La Musique) de Maria Helena Vieira da Silva, “Mai 68” de Júlio Pomar, “Sem título” de Jorge Pinheiro, “Verão 83” de Ângelo de Sousa, e “Abstrato 2” de Paulo Quintas são as cinco obras que podem ser agora encontradas neste museu.
No final foi servido um “Chaves de Honra” a todos os presentes.

Maura Teixeira

 

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