A Câmara de Montalegre promoveu na quinta-feira passada, dia 14, um encontro com os produtores de fumeiro com vista a projetar o que poderá ou não suceder com a próxima Feira do Fumeiro.

A indefinição do contexto atual coloca dúvidas e questões que só com o passar do tempo serão dissipadas. Porém, Orlando Alves, presidente da autarquia, deixou a garantia que tudo fará para que o evento, caso obtenha luz verde, continue a ser uma referência nacional.

Na reunião os produtores colocaram várias questões, e uma delas teve a ver com o preço do presunto. Foi unânime a opinião que o produto mantém um valor (21€/kg) abaixo do que merece. Por outro lado, as alterações do figurino nunca poderão impedir a lógica que sempre teve o evento, ou seja, a circularidade da economia. Isto mesmo fez questão de ressalvar Orlando Alves, presidente do município de Montalegre.

“Neste tempo de incertezas não há certeza absolutamente nenhuma. Nem ninguém pode dar garantias de que a feira venha a acontecer”, lembrou o autarca no final do encontro.

Orlando Alves disse que quer que os produtores continuem “a fazer o que sabem fazer tão bem”, mas que fiquem conscientes de que as autoridades de saúde é que vão ditar o que irá acontecer no futuro.

A mais de meio ano da data prevista para a realização da Feira do Fumeiro de Montalegre, o presidente barrosão sublinhou que, face a hipotéticos constrangimentos, a autarquia tudo fará para articular com todos os consumidores a venda dos produtos, assim como fez com o cabrito e com o gado bovino.

Orlando Alves acredita que no final deste mês haverá “notícias agradáveis” permitindo “dar passos certos”.

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