Tem 3,5 quilos e mede mais de 30 centímetros. Esta é já considerada a rainha das batatas doces cultivadas pela família Magalhães, no Campo da Fonte, na freguesia da Madalena, em Chaves.

Este é o terceiro ano que a família flaviense cultiva estes tubérculos. Já em 2017 Narciso Magalhães conta que colheu uma batata doce que pesava um quilo e 900 gramas. Este ano, a natureza foi ainda mais generosa e, para além da batata doce de três quilos e meio, da plantação fazem ainda parte exemplares com um peso que varia entre os dois quilos e meio e um quilo e meio.
“Nós começámos a plantar porque eu gosto mais deste tipo de batata. Comecei por comprar nos supermercados. Entretanto a minha mãe achou que era boa ideia plantá-las”, disse Narciso Magalhães.
Embora não seja o “entendido na matéria”, o flaviense, que ajuda os pais no terreno agrícola sempre que pode, confessa que para cultivar batata doce “é preciso ter vários cuidados, nomeadamente com a rega”, e que não é assim tão fácil obtê-la como parece.

“Nos países de onde são originárias, por norma cresce uma rama enorme e essa rama nunca chega a ser tirada, dando, no ano seguinte, sobre essa rama um novo tubérculo. Mas aqui não dá para fazer isso devido às geadas”, explicou.
Proveniente da América do Sul, a batata doce, também conhecida por batata da terra, é uma planta cada vez mais cultivada na nossa região devido às suas propriedades nutricionais, sendo um alimento com um alto teor energético e rica em vitaminas A e C.
Quanto ao segredo, Narciso diz que não existe nenhum, apenas alguma dedicação. Relativamente ao seu destino, a resposta é ainda mais fácil: “É para comer, claro. Esta deve dar para três ou quatro refeições, no mínimo”.

Cátia Portela

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