Fique em Casa! A autarquia vai às compras por quem não pode é o que a Câmara de Chaves se encontra a implementar nas aldeias do concelho.

Num concelho com uma taxa elevada de população idosa e dependente, o município de Chaves entendeu integrar nas suas medidas de contingência social a criação de uma linha de emergência social que pode ser acedida via telefone (276 340 508) ou via email (emergência.social@chaves.pt). Funciona entre as 8h e as 20h, de segunda a sexta-feira, com entregas às segundas, quartas e sextas.

O município de Chaves explica que esta linha de apoio, gerida e financiada pela autarquia, pretende, dar a oportunidade de resposta à população mais vulnerável, nomeadamente pessoas idosas e/ou portadores de deficiências que não tenham retaguarda familiar, assim como todos os que se encontram em quarentena, sobretudo população que tem chegado ao concelho nos últimos dias, no sentido de assegurar as condições mínimas de sobrevivência, com a entrega de géneros alimentares e medicamentos ao domicílio.

Em colaboração com as IPSS e as juntas de freguesia do concelho, esta rede de apoio visa proteger os mais vulneráveis, de forma a evitar a propagação e contágio resultante das saídas de casa. Com esta medida o autarca flaviense pretende contribuir para a diminuição de possíveis cadeias de transmissão.

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1 comentário

  1. Gostava de saber se está ideia copiada foi debatida antes de ser levianamente tomada. Também gostaria de saber se os custos de transportes vão ser comparticipados pela generosa CM de Chaves. Os medicamentos referidos e os alimentos são custeado a por quem?! Freguesias ou pelas próprias pessoas é que fica a dúvida… E será que as freguesias têm equipamento de proteção para a realização destes atos? Sim porque é de risco, uma vez que o Sr presidente da câmara se resguardou à duas semanas e não atende ninguém em contato pessoal.

    Gostaria de dizer que seria importante falar com clínicas privadas em Chaves para a ajuda na realização de testes sendo que está é uma zona de foco de pandemia com já 70 casos os que se multiplicará num futuro próximo. Vamos evitar que seja uma nova Ovar.
    E fechar a fronteira terrestre visto que os emigrantes que chegam para a “Páscoa “ muitos vêm infetados e grande parte deles não cumpre quarentena, depois da visita da GNR fazem a vida normal sem parar em casa. Temos que evitar que aconteça o que aconteceu em Almeida, uma emigrante infetada infetou uma aldeia toda de 150 pessoas.

    Tenham ideias e iniciativas próprias não copiadas e tomadas em cima do joelho sem debate com membros envolvidos.

    Obrigada

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