A Voz de Chaves: Que plantel é este?
Calina: É como começar do zero praticamente, o plantel ainda está aberto pois a qualidade é sempre bem-vinda. Há boa atitude, entrega dos atletas, os processos a ser assimilados e evolução semana após semana. Acredito que nos vamos apresentar preparados para o primeiro jogo, queremos a manutenção, se possível tão bem como a época passada o que será brilhante e irá permitir promover o jogador, se não vamos lutar para conseguir mais tarde.

Após uma época histórica com a ida à segunda fase, há mais pressão ou motivação esta época?
Honestamente não vivo sob pressão e lido bem com ela quando existe. Estamos no início de processo do clube, no ano passado fomos felizes nas escolhas que com um excelente grupo começou bem e acabou bem. Este grupo poderá ser mais lento a crescer, mas vai crescer muito, e com mais ou menos dificuldade vamos atingir os nossos objetivos, isso tenho a certeza.

É um grupo novo…
Em primeiro lugar é um grupo muito coeso e unido. Penso que o facto de serem quase todos oriundos do escalão de sub-15 e sub-16, muitos conheciam-se e tinham o conceito de equipa. O caminho é longo e difícil, pois são ideias diferentes e novas, muitos têm treinador novo, mas estão a perceber bem o que pretendemos e queremos, têm muita disponibilidade para aprender e treinar, e a diferença deste escalão para o ano passado é que nas dificuldades vão ter mais força e coesão. Este grupo vai diferenciar-se pelo conjunto.

Mais um ano a orientar os juvenis, quais os objetivos?
Está definido, e no ano passado com mais ou menos dificuldade percebemos esse processo, que é promover o jogador depois do objetivo do clube conseguido nos respetivos escalões. Para mim é um processo de sete, oito anos, no mínimo, e se tivermos a respetiva paciência e compreensão de todos acredito piamente que vamos ter jogador na equipa principal sem problemas nenhum, não muitos, mas alguns. Todos temos de perceber e fazer um caminho com princípio, meio e fim. Há uma regra definida, que é depois de atingidos os objetivos promover os jogadores.

Casos de sucesso como Liberal, Botelho ou Vidazinha, dos juvenis para os seniores, podem repetir-se?
Cada geração tem a sua história. No ano passado fomos felizes na escolha, que foi uma escolha minha, pessoal, após observação. Este ano também, mas muito mais para dentro do que para fora. Agora, há potencial, há miúdos com condições para fazerem um bom caminho. Como treinador dos sub-17 fiquei felicíssimo pelo trabalho de todos nós, de toda a estrutura, pois foi o escalão que mais sobressaiu, e esperamos que este ano todos os escalões tenham o mesmo sucesso.

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