Além de conquistar o ‘tri’, ao bater Vale de Anta na final, a freguesia de Santa Maria Maior teve ainda o melhor ataque e a melhor defesa.

Fair-play no final com a foto de ‘família’ com as duas equipas finalistas

O último fim-de-semana teve os jogos decisivos da 15ª edição do Inter-freguesias concelho de Chaves, com as meias-finais da sexta-feira à noite, e a grande final da edição de 2018 no domingo.
As freguesias de Santa Maria Maior e Vale de Anta garantiram um lugar no jogo decisivo, deixando pelo caminho Nogueira da Montanha e Vidago, respetivamente, na noite de sexta-feira, com dois bons jogos de futsal, intensos e em aberto quanto ao vencedor.
Os troféus individuais ficaram também para o vencedor da edição 2018, pois Santa Maria Maior foi ainda o melhor ataque e também a melhor defesa.
Quer na sexta-feira, quer no domingo, o Pavilhão Municipal de Chaves teve uma boa casa, com muito público a assistir à partida das suas freguesias, algo que marcou, de resto, a edição deste ano desde a chegada à fase disputada no pavilhão.
“Objetivo é o fomento do desporto e o convívio entre todas as freguesas”
Presente na final e na entrega dos troféus, o presidente da Câmara Municipal de Chaves, Nuno Vaz, realçou que o objetivo da competição continua a ser “o fomento do desporto e o convívio entre todas as freguesias”, fazendo um balanço positivo.
“Houve um grande respeito e camaradagem, sem esconder que todas queriam ganhar, mas o que impera neste tipo de jogos é o espírito de participação, de alegria, e nesta final houveram duas equipas muito competitivas e com bons executantes”, destacou.
Com 21 freguesias a participarem, num total de 39 que o concelho de Chaves tem, Nuno Vaz lembrou que para muitas “há dificuldades em conseguir a participação num evento desta natureza”, mas espera que o número aumente.
“Espero que os presidentes da junta das freguesias que não participaram se contagiem e que na próxima edição já participem, pois o evento permite que os participantes conheçam as freguesias espalhadas pelo concelho, que muitos não conhecem”, atirou.

Freguesias destacam o aumento de qualidade ano após ano

A celebrar a conquista da prova pelo terceiro ano consecutivo, o presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, Hugo Silva, não pode participar enquanto jogador devido a lesão, mas acompanhou de perto a conquista.
“Este tem sido um torneio que tem vindo a subir de qualidade. As equipas foram muito competitivas”, disparou.
Para Hugo Silva, também o convívio entre freguesias merece destaque: “Em todos os jogos as freguesias cada vez se juntam mais. Nos jogos que fizemos fora da cidade, houve convívio e lanche entre as equipas. É muito bonito e tem vindo a aumentar. A competição tem ganho valor humano e competitivo”.
O capitão da freguesia vencedora, Daniel Louro, levantou mais uma vez o troféu por Santa Maria Maior, analisando que foi a “experiência e o saber gerir os encontros” que fizeram a diferença para a conquista.
Mas Louro deixou ainda uma palavra para todas as freguesias: “A taça é de todas as freguesias, pois o nível está a aumentar cada vez mais e, por isso, uma palavra de apreço para todas sem exceção. A primeira fase é sempre uma romaria às aldeias, que param para assistir aos jogos, e depois no pavilhão todas têm apoio, o pavilhão fica sempre bem composto”.
Também o presidente da Freguesia de Vale de Anta, Jorge Carvalho, ficou satisfeito pelo espírito do torneio, apesar da derrota.
“Ganha quem marca, e se ganhássemos também estaria bem entregue o troféu, mas foi bem entregue”, realçou, congratulando-se pelo facto de “as pessoas da freguesia de Vale de Anta gostarem de desporto e acompanharem o desenrolar da competição, apoiando sempre”.

Diogo Caldas

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