A Associação de Produtores de Fumeiro da Terra Fria Barrosã (APFTFB) já iniciou a colocação de selos invioláveis nos presuntos que estarão à venda na próxima edição da Feira do Fumeiro de Montalegre. Trata-se de uma forma de atestar a genuinidade dos produtos e, ao mesmo tempo, controlar e estudar o processo de cura.

É mais um passo na evolução da “rainha do fumeiro”. O método inicia com a verificação da tatuagem – colocada aquando da identificação dos animais, segue-se a pesagem e a aplicação do selo que contempla o ano de abate, e um código de reconhecimento. Procedimentos no sentido de obter, por um lado, a qualidade de produção e transformação, e, por outro, a genuinidade dos produtos.

A garantia e controlo são visíveis e assegurados através da colocação dos selos invioláveis com números de série e o ano de abate. Fernando Pereira, engenheiro zootécnico da APFTFB, refere que se trata de «mais uma etapa no processo de controlo de qualidade» porque «são informações registadas numa ficha individual de produtor». É, também, uma forma de garantir «que há presuntos com dois anos de cura». Posteriormente, o processo «permite adquirir novos conhecimentos durante a secagem e fazer novos estudos». Para já, o selo é colocado «apenas nos presuntos, um produto emblemático e muito valorizado no certame», concluiu o responsável.

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