No sábado de aleluia voltou a cumprir-se a tradição da “Queima do Judas”. Este ano estiveram a concurso oito “Judas”, elaborados por particulares, associações e instituições do concelho. Junto ao castelo, a encenação teatral, orquestrada sob o tema “O jogo da alma”, foi encenada pelo jovem barrosão, Daniel Alves.

Montalegre voltou a ser palco de mais uma “Queima dos Judas”, promovida pela Câmara Municipal de Montalegre. Como manda a tradição, os bonecos, na sua maioria constituídos por palha, foram queimados junto ao castelo depois da leitura da sentença. A tradição de “Queimar o Judas” – simboliza a morte de Judas Iscariotes que, por 30 moedas de prata, entregou Jesus aos soldados romanos para ser crucificado – é um espetáculo comunitário com séculos de história. A iniciativa foi acompanhada pelo executivo municipal.

Trata-se de uma «tradição popular que o município de Montalegre acarinha e apoia porque se encaixa na nossa história e cultura», referiu Orlando Alves, presidente da autarquia. Quanto à encenação, adquiriu «contornos inovadores com modernidade e irreverência». O edil considerou que foi «uma noite de cultura e de preparação para a receção à cruz em cada uma das casas do território», uma tradição de Páscoa que ainda se mantém no concelho.

CLASSIFICAÇÃO:
1º lugar | José Gonçalves
2º lugar | Agrupamento de escuteiros 1115 (Montalegre)
3º lugar | Cercimont
Redação/CM Montalegre
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