O Festival Internacional de Cinema de Lisboa arrancou esta quinta-feira, dia 26, e conta com quase 50 obras nacionais. Uma dessas obras foi realizada em Bostofrio, no concelho de Boticas, e é apresentada no sábado, dia 28, na Culturgest.

Nesta edição, haverá um filme que fala de Bostofrio, aldeia no concelho de Boticas. É de lá que vem a família de Paulo Carneiro, o realizador desta produção e colaborador habitual de João Viana. “Bostofrio – oú le ciel rejoint la terre” é composto por uma série de entrevistas, tão íntimas quanto divertidas, nas quais é o próprio realizador que se implica na ação e questiona os habitantes, muitos deles, seus familiares, sobre quem era, e como era, o seu avô. Nesta investigação, que simultaneamente observa os gestos do trabalho enquanto puxa pela língua das gentes, levanta-se o véu de uma ruralidade ainda cheia de segredos e meias verdades.

A longa-metragem será apresentada, em estreia absoluta no sábado, dia 28, às 18h30, na Culturgest, e no dia 4 de maio no Cinema São Jorge, em Lisboa. Pelo meio haverá produções como é o caso de “A árvore” de André Gil Mata, do “Tempo Comum” de Susana Nobre, “Our Madness” de João Viana e “Mariphasa” de Sandro Aguilar.

Este ano, o IndieLisboa mostrará 245 filmes. A ambição é “tentar fazer uma súmula do que nos parece mais relevante, mais original e mais inovador”, disse Nuno Sena, programador da iniciativa.

O Festival Internacional de Cinema de Lisboa acontece até ao dia 6 de maio.

 

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