Vila Real ainda esteve a vencer, mas flavienses anularam a desvantagem na segunda parte.

Primeiro, é preciso dizer que mereciam todos mais. Perante um derby com muitas décadas e que se voltou a repetir, entre flavienses e vila-realenses, foi muito o público a marcar presença, inclusive com a presença de duas claques, e as mais de 500 pessoas tiveram dificuldades para verem a partida em condições.
Depois, de realçar as duas boas equipas, alias três, com o árbitro de primeira categoria Gonçalo Martins a conduzir o encontro, precisavam também de um terreno de jogo com dimensões maiores, para que o espetáculo ganhasse qualidade.
A equipa da casa apostou muito nos lances de bola parada para procurar o golo. Os cantos, livres ou lançamentos laterais foram a forma mais procurada para os flavienses criarem perigo, mas o golo não chegou por essa via.
Do outro lado, a equipa do Vila Real esteve sempre muito focada em ataques rápidos, aproveitando o balanceamento ofensivo dos flavienses. De resto, foi assim que chegou ao golo, numa arrancada de Tanko que fez mais de 50 metros com a bola e serviu Toofiq que só teve de encostar.
As dimensões reduzidas do terreno tirou brilho ao que podia ter sido um jogo mais entretido. Ainda assim, os jovens flavienses não desistiram do resultado e chegariam ao empate já na segunda parte.
Gustavo criou a jogada, pela esquerda, e com um toque artístico deixou a bola para Afonso que fez o resto e empatou o desafio.
Com a expulsão de Lamine pouco depois, o jogo encaminhou-se para um empate inevitável.

Diogo Caldas

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