O ciclista flaviense Patrick Videira tem uma nova equipa para a nova temporada, passando a pedalar pela LA Alumínios/Metalusa, formação do escalão continental.

Foram três anos na União Ciclista da Maia, antes do salto dado agora para a formação LA Alumínios/Metalusa, algo que o transmontano de 23 anos considera ser “um passo bastante grande”.
“Não estava à espera, pois é um passo bastante grande. Fiquei muito contente, mas é para isso que trabalho todos os dias, para cada vez ter melhores condições”, destacou Patrick Videira.
A mudança de equipa irá abrir novas oportunidades ao ciclista de Chaves, pois sendo uma formação do escalão continental, irá participar nas mais importantes provas portuguesas, mas também no estrangeiro.
“Dá-me a oportunidade de ser convocado para grandes corridas, como a Volta ao Algarve e a Volta a Portugal, onde podemos competir com equipas ‘world tour’, bem como em provas lá fora. A responsabilidade é muito maior, bem como o desafio e motivação”, defende.

Primeiras impressões são positivas
Para o flaviense, a maior mudança está nos treinos e no pormenor, onde tudo conta, para melhorar o rendimento.
“O treino é muito exigente, os treinos são maiores, tudo é feito ao pormenor e tudo conta”, explica, depois de já ter participado num estágio da equipa que decorreu em Lisboa.
As deslocações são maiores, e os estágios serão mais frequentes, mas é tudo assegurado pela nova equipa, de forma a criar um grupo forte.
“A equipa é muito jovem, foi renovada este ano, com ciclistas novos, e vamos tentar dar o melhor de cada um e trabalharmos em equipa. Os diretores querem que nós demos 100%, e da minha parte podem contar com isso”, garante Patrick Videira.

Promessas apenas de trabalho árduo
Num momento de mudança na vida desportiva, o transmontano não esquece a sua antiga equipa: “Estou-lhes muito grato por me terem acolhido. Vieram-me buscar do nada, deram me uma oportunidade e o que sou agora tenho de agradecer a eles, pois nunca estaria onde estou”.
Sem nenhum objetivo em concreto para a nova temporada, o ciclista de 23 anos quer apenas “dar 300% em todas as provas” e “viver o dia-a-dia sem pensar muito além disso”, defendendo que “as coisas têm que surgir naturalmente”.
Uma motivação extra é também representar a região transmontana no ciclismo nacional. “Não levo nenhuma bandeira mas é como se levasse. Tenho que dar o melhor de mim para mostrar as qualidades de ser um transmontano”, atirou.

Diogo Caldas

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