Tiveram início no passado dia 13, segunda-feira, e prolongam-se até dia 24, sexta-feira, as comemorações do Dia da Unidade do Regimento de Infantaria 19 (RI). Durante este período, foram organizadas várias atividades culturais abertas a toda a comunidade.

O Dia da Unidade do RI19 é no dia 25 de março, coincidindo com a celebração da retomada de Chaves aos franceses em 1809. No entanto, a cerimónia militar realizar-se-á no próximo dia 24, sexta-feira. O Coronel João Godinho, Comandante do RI19, explicou, em conferência de imprensa na passada segunda-feira, o porquê desta antecipação: “No dia 24 de março, para além de ser a comemoração do Dia da Unidade, é também o dia do Juramento de Bandeira do 1º Curso de Formação Geral Comum de Praças do Exército. Vamos procurar juntar as duas cerimónias numa e teremos então um dois em um, digamos assim, vamos comemorar o nosso dia e o Juramento de Bandeira”.

O Comandante do Regimento de Infantaria 19 apresentou ainda as várias atividades culturais que fazem parte do calendário das comemorações, e abertas a toda a população. Logo no primeiro dia, a Sala Multiusos do Centro Cultural de Chaves recebeu a exposição “O Regimento de Infantaria 23 na Flandres e a Chama da Pátria”, e contou com a presença do professor Jorge Pais de Sousa. Na quinta-feira, dia 16, realizou-se no Auditório do Centro Cultural de Chaves uma conferência subordinada ao tema “A participação do Regimento de Infantaria Nº 19 na Grande Guerra”, a cargo do Dr. António de Souza e Silva. No próximo dia 22 de março, quarta-feira, o Auditório do Centro Cultural de Chaves volta a ser palco de mais uma das atividades agendadas para os festejos, desta feita com um concerto da Orquestra Ligeira do Exército, às 21h30. No dia 23, véspera do ponto alto das comemorações do Dia da Unidade, realiza-se, também no Auditório do Centro Cultural de Chaves, às 18h30, a conferência “O CEP e a Grande Guerra – Teatro Europeu”, proferida pelo Tenente-Coronel Abílio Pires Lousada.

Ao longo dos anos, o RI19 foi criando formas de trespassar os muros do Quartel, mantendo-se, assim, mais próximo da população. Esta é uma política defendida pelo atual Comandante: “Isto é algo que já vem do meu antecessor. E quando assumi o comando da Unidade disse que seria para manter”, concluiu.

Maura Teixeira

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