Os projetos “Requalificação Urbanística da Rua da Ermida em Vidago” e “Avivar – recolha fotoetnográfica da Cultura Popular” foram os grandes vencedores do Orçamento Participativo (OP) de Chaves 2017.

A primeira proposta, pertencente à Componente 1 – Requalificação Urbanística e Construção e/ou Requalificação de Equipamentos Públicos, venceu com 519 votos, uma diferença de mais 54 relativamente à proposta que ficou em segundo lugar na mesma componente, com 465 votos.

A segunda proposta, pertencente à Componente 2 – Promoção e Dinamização – Projetos de Âmbito Cultural e Desportivo, venceu com 562 votos, mais 478 do que a proposta que ficou em segundo lugar nesta componente, com 84 votos.

Durante a fase de votação, que decorreu entre 02 a 31 de outubro, foram sufragadas pelos cidadãos 15 propostas, oito na Componente Nº 1 e sete propostas na Componente Nº 2.

A Componente Nº 1 contou com um total de 1274 votos (1175 votos digitais e 99 votos em papel) e a Componente Nº 2 contou com 853 votos (757 votos digitais e 96 votos em papel).

A proposta para a “Requalificação Urbanística da Rua da Ermida em Vidago” pertence a Ana Margarida Tito Fontes Parada e a proposta “Avivar – Recolha fotoetnográfica da Cultura Popular” foi apresentada por António Manuel Martins.

O projeto de requalificação da Rua da Ermida foi orçado em 250 mil euros e prevê o melhoramento de uma das principais vias da antiga malha urbana de Vidago. Propõe-se a reorganização do uso rodoviário da rua, ponderando a extinção de um dos sentidos de circulação e respeitando o enquadramento da via no centro histórico da vila, a criação de passeios pedonais com pavimento seguro e de maior aderência, bem como a requalificação e substituição das redes de infraestruturas: iluminação pública, drenagem de águas pluviais, eletricidade, telecomunicações e abastecimento de água.

A proposta “Avivar – Recolha fotoetnográfica da Cultura Popular” visa registar e divulgar, através da fotografia e da escrita, o património material e imaterial existente no meio rural e dar a conhecer à população em geral e aos mais jovens em particular as suas origens e as mudanças ocorridas até aos dias de hoje. Propõe-se que 15 fotógrafos retratem 6 localidades do concelho, estrategicamente selecionadas. Orçado em 30 mil euros, este projeto decorrerá em três fases: numa primeira fase a investigação da cultura popular existente, seguindo-se o registo fotográfico e por último a apresentação dos resultados através de um colóquio/debate, uma exposição de fotografia e a apresentação de livro.

Redação/CM Chaves

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