Uma das conclusões retiradas do livro “Recursos Hídricos Subterrâneos – Avaliação quantitativa e qualitativa” aponta para a abundância da água subterrânea, com qualidade para consumo humano.

Decorreu na passada sexta-feira, dia 3 de novembro, a apresentação do livro “Recursos Hídricos Subterrâneos – Avaliação quantitativa e qualitativa”, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Boticas.
Esta obra resulta de um trabalho de investigação, desenvolvido por Bárbara Pereira e Maria Puga, no âmbito do Mestrado em Ordenamento e Valorização de Recursos Geológicos, da Universidade do Minho, sob a orientação de Maria do Rosário Costa. O estudo foi desenvolvido com o objetivo de conhecer as potencialidades dos recursos hídricos subterrâneos, assim como a avaliação da qualidade química da água existente no Vale Superior do rio Terva.
Maria do Rosário Costa, durante a apresentação do livro, salientou que o estudo evidencia que “o concelho de Boticas, nomeadamente as localidades de Boticas, Granja, Bobadela, Sapiãos e Ardãos, têm águas subterrâneas de muito boa qualidade e que merecem lugar de destaque”.
O presidente da Câmara Municipal, Fernando Queiroga, esteve presente na apresentação do livro, destacando a importância da divulgação de estudos ligados ao património natural do concelho. Para o autarca, “a água é, atualmente, uma problemática muito importante, motivo pelo qual deveremos estar atentos a toda a informação sobre a qualidade e quantidade dos recursos hídricos existentes no nosso concelho. É importante conhecer esta realidade para a podermos divulgar e tomar medidas que visem a preservação deste recurso tão importante para o concelho”.
O livro “Recursos Hídricos Subterrâneos – Avaliação quantitativa e qualitativa” surgiu fruto do protocolo de colaboração existente entre a Câmara Municipal de Boticas e a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho.

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